Pensador de Rodin, como reduzir a ansiedade
A ansiedade tem se tornado um desafio cada vez mais presente na vida moderna, especialmente nos últimos anos. A combinação de crises globais, avanços tecnológicos rápidos e mudanças sociais significativas têm contribuído para um aumento notável nos níveis de ansiedade em todo o mundo.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a prevalência global de transtornos de ansiedade aumentou drasticamente. Antes da pandemia de COVID-19, estimava-se que cerca de 264 milhões de pessoas sofriam de algum transtorno de ansiedade. No entanto, a pandemia atuou como um catalisador, exacerbando sentimentos de incerteza e medo, resultando em um aumento significativo desses números. Um estudo publicado em 2021 no The Lancet indicou que houve um aumento de 25% nos casos de ansiedade em todo o mundo apenas no primeiro ano da pandemia.
Segundo o DSM-V (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) “ Medo é a resposta emocional à ameaça iminente real ou percebida, enquanto ansiedade é a antecipação de ameaça futura”. A ansiedade se difere do medo ou ansiedade provisória devido a indução pelo estresse e pela persistência, geralmente maior que 6 meses. Sendo mais frequente no sexo feminino, na proporção 2:1 para o sexo masculino.
Muitos transtornos de ansiedade se iniciam na infância e persistem se não tratados. Alguns fatores de risco envolve uma perda (a morte de um parente ou animal de estimação, doença, divórcio, mudanças) e fatores genéticos (estima-se que a herdabilidade entre irmãos gemêos seja de 73%, com predomínio ainda maior no sexo feminino).
Alguns sintomas do transtorno de ansiedade são: sofrimento excessivo e recorrente, preocupação excessiva envolvendo perda de pessoas as quais têm apego, relutância em ir a eventos sociais, pesadelos repetidos, dor de cabeça, náuseas, vômitos, dores abdominais.
Todas as pessoas em algum momento irão experimentar um período de ansiedade, e isso é perfeitamente fisiológico, é natural se sentir ansioso em um período de vestibular, durante um tratamento de câncer de um familiar, enquanto aguarda uma notícia em uma cirurgia de urgência, durante uma crise econômica e iminência de perder o emprego e tantos outros cenários.
Contudo, quando a ansiedade começa a prejudicar a vida, causando insônia, cansaço, ataques de raiva, mau-humor, choros frequentes, é importante se auto-avaliar e reconhecer a importância de procurar uma avaliação médica.
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A ansiedade pode ser um desafio, mas lembre-se de que você tem uma força interior incrível que pode te ajudar a superar esses momentos difíceis. Cada dia é uma nova oportunidade para buscar a paz e a serenidade. Reserve um tempo para cuidar de si mesmo, respire fundo e tenha confiança de que você pode enfrentar e superar qualquer obstáculo.
Não hesite em buscar apoio quando precisar, pois você não está sozinho nessa jornada. Acredite em seu potencial e saiba que cada pequeno passo é uma grande vitória. Você é capaz de viver uma vida plena e tranquila!
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